A farsa de Inês Pereira, teatro de Gil Vicente

A peça surgiu em resposta aos críticos que Gil Vicente enfrentava na época. Acusando-o de plagiar determinadas obras, lançaram-lhe um desafio. Ele deveria escrever uma obra baseando-se no seguinte ditado: “Mais quero asno que me leve, que cavalo que me derrube”.

Assim, surgiu “A Farsa de Inês Pereira”, que tem no personagem Brás da Mata a personificação do cavalo, que derruba, ou, no caso, cerceia as ambições de Inês. O personagem Pero Marques, por outro lado, representa o asno, que literalmente a carrega nas costas e faz tantas outras de suas vontades.



 
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