POSTAGEM 37: Caramuru — A invenção do Brasil

Olá internauta. Faltam 63 dias para o ENEM e essa é a nossa postagem de número 37. Hoje, sábado, vamos falar de cinema. Nossa sugestão é o filme Caramuru — A invenção do Brasil (2001), do brasileiro Guel Arraes, com Selton Mello, Camila Pitanga, Déborah Secco.

Ele se adéqua ao conteúdo do Arcadismo, justamente por ser baseado no poema épico, Caramuru, de um dos autores árcades, o Frei de Santa Rita Durão, considerado um dos precursores do indianismo no Brasil. Seu poema é a primeira obra narrativa escrita a ter, como tema, o habitante nativo do Brasil; foi escrito ao estilo de Luís de Camões, imitando um poeta clássico, assim como faziam os outros (neo)clássicos.

A adaptação foi muito bem feita e vale a pena ser assistida por infinitas vezes...

FICHA TÉCNICA (ADORO CINEMA)
Título original: (Caramuru - A Invenção do Brasil)
Lançamento: 2001 (Brasil)
Direção: Guel Arraes
Atores: Selton Mello, Camila Pitanga, Déborah Secco, Tonico Pereira.
Duração: 88 min
Gênero: Comédia
Sinopse: Em 1º de janeiro de 1500 um novo mundo é descoberto pelos europeus, graças a grandes avanços técnicos na arte náutica e na elaboração de mapas. É neste contexto que vive em Portugual o jovem Diogo (Selton Mello), pintor que é contratado para ilustrar um mapa e, por ser enganado pela sedutora Isabelle (Débora Bloch), acaba sendo punido com a deportação na caravela comandada por Vasco de Athayde (Luís Mello). Mas a caravela onde Diogo está acaba naufragando ele, por milagre, consegue chegar ao litoral brasileiro. Lá ele conhece a bela índia Paraguaçu (Camila Pitanga) com quem logo inicia um romance temperado posteriormente pela inclusão de uma terceira pessoa: a índia Moema (Déborah Secco), irmã de Paraguaçu.

ABAIXO, UM TRECHO DO FILME:



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